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Consumidor pode produzir sua própria energia: conheça as vantagens

por Alessandra Neris
Publicado Última atualização em

Com a necessidade de mudar a matriz energética no Brasil e no mundo todo, além de se livrar de tantos impostos, muita gente está em busca de novas formas de obter energia elétrica. As alternativas são variadas e englobam diversas fontes de energia limpa e renovável. E, com a Lei nº 14.300/22, o consumidor pode produzir sua própria energia de forma sustentável e com muito mais segurança jurídica.

Sendo assim, a lista de vantagens para quem produz energia é extensa. Além disso, o consumidor pode produzir sua própria energia e ainda enviar o excesso para a rede de distribuição. Pode, ainda, abater o valor na conta do mês seguinte e, ao produzir energia superior à gerada no período, acumula créditos.

Dessa forma, poderá usá-los para reduzir o valor da fatura nos meses seguintes. Uma alternativa interessante é também compensar a diferença em outro imóvel que escolher, desde que seja atendido pela mesma concessionária.

> Leia mais: Capacidade de energia solar cresce mais de 60% no Brasil

O consumidor pode produzir sua própria energia em condomínios

A nova lei também permite que a geração distribuída seja usada em condomínios e outros empreendimentos com mais de uma unidade. Com isso, a energia produzida pode ser dividida entre os demais condôminos em parcelas que os próprios consumidores definem.

Esse modelo de geração de energia já está em vigor em muitos países ao redor do mundo. Por aqui, ele teve início em 2012 só aumenta a cada dia. Estamos, portanto, diante de um grande avanço, com passos largos para contribuir com um desenvolvimento mais sustentável para o país.

Inicialmente, a maioria dos brasileiros aderiu a essa forma de gerar energia pensando na economia, motivada pelos aumentos na conta de luz. Mas, em pouco tempo, a população passou a considerar os inúmeros benefícios para além dessa questão. Estamos falando sobre sustentabilidade, redução das emissões de gases poluentes na atmosfera, entre outros benefícios.

Agora, o consumidor pode produzir sua própria energia de forma mais segura e devidamente regulamentada. Confira, então, um pouco mais sobre algumas das vantagens de se produzir a própria energia:

Adesão à sustentabilidade

Hoje, as mudanças climáticas e seus desdobramentos devastadores levou a população a se preocupar mais com tudo o que está relacionado ao meio ambiente. Sendo assim, está cada dia mais comuns a busca consciente por novas soluções para a preservação ambiental.

Entre elas, o consumidor pode produzir sua própria energia a partir das fontes renováveis, como a geração distribuída por meio da energia solar fotovoltaica.

Economia na fatura de energia

Por meio do equipamento de energia solar fotovoltaica, o consumidor pode produzir sua própria energia e se tornar um “prosumidor”. Com isso, é possível reduzir significativamente o valor da conta de luz.

O tempo de vida útil de um sistema fotovoltaico varia entre 20 e 25 anos ou mais. Além disso, o prosumidor tem um retorno de seu investimento em torno de cinco ou seis anos, em média. Esse dado significa que ele ainda poderá usufruir desse equipamento por até 20 ou mais anos com custos mínimos.

Isso ocorre principalmente devido à fácil manutenção, que se resume a uma limpeza semestral, lavagem anual e, quando necessário, a troca de algum item.

> Leia mais: Energia solar já é a segunda maior fonte na matriz de energia do Brasil

Geração de créditos

Na modalidade ON GRID ou GRID TIE, em que o sistema fotovoltaico é conectado diretamente à rede de distribuição, o excedente produzido é enviado à rede. Com isso, toda vez que a energia gerada for insuficiente para abastecer o imóvel, a rede de distribuição oferta o que faltar.

Esse intercâmbio entre a rede pública e o sistema fotovoltaico gera créditos para o consumidor, reduzindo os custos da conta de energia. Assim sendo, os créditos significam desconto na conta. A tendência, portanto, é que o pagamento recaia apenas na taxa mínima.

Autonomia

O consumidor pode produzir sua própria energia e conquistar mais independência em relação à concessionária fornecedora. Trata-se, portanto, de uma autonomia capaz de resultar em economia, permitindo que o usuário se desvincule do sistema convencional. É sempre bom lembrar-se de que o sistema usual apresenta frequentes falhas e instabilidades.

Na modalidade OFF GRID a autonomia pode ser total, já que o sistema não é conectado à rede pública. Contudo, a energia deve ser armazenada em baterias. Os custos de um investimento inicial são maiores. No entanto, a recompensa é garantida, uma vez que o usuário não terá mais conta de luz, sequer a taxa mínima.

Esse sistema, no entanto, é mais adequado aos consumidores que residem na área rural ou em regiões sem abastecimento de eletricidade pela rede distribuidora.

Inovação

Ao apostar em um sistema de geração distribuída por meio de um equipamento fotovoltaico você certamente inovará em muitos sentidos. É uma forma de acompanhar as grandes tendências em transformação social, tecnológica e ambiental. Aderir a fontes renováveis de energia significa olhar para o futuro, enquanto investe no presente. Quando você opta por soluções deste tipo, está se antecipando e se preparando para outras importantes mudanças.

> Leia mais: Como reduzir o consumo de energia na sua casa?

Sustentabilidade: consumidor pode produzir sua própria energia

O Brasil está entre os países que mais produzem lixo eletrônico no mundo, segundo o The Global E-waste Monitor. Apenas 3% do lixo eletrônico produzido na América Latina é descartado corretamente. O restante, 97%, não é monitorado, embora possa conter materiais de alto valor, como ouro e metais, que poderiam ser recuperados, segundo pesquisa da Organização das Nações Unidas (ONU).

O estudo aponta desperdício de US$ 1,7 bilhão ao ano, além dos danos ao meio ambiente. O Brasil é o quinto maior produtor mundial de lixo eletrônico tendo descartado mais de 2,5 milhões de toneladas em 2022.

Por meio do programa ALDO Crazy Recicla a ALDO ajuda empresas do setor a dar a destinação correta para resíduos sólidos eletroeletrônicos. Assim, os integradores encaminham o lixo eletrônico para a ALDO, que se responsabiliza pela separação, transporte e destinação final dos resíduos, incuindo painéis solares!

A Aldo Solar tem uma parceria com a empresa Green Eletron Assim, todo o material coletado segue para descaracterização (desmontagem e separação por material), podendo ser reinserido na indústria como matéria prima.

Agora que você já sabe mais que o consumidor pode produzir sua própria energia, comece a executar o seu projeto. Para isso, acesse o site da Aldo Solar e confira nossas soluções.

Você já sabe que o mercado oferece linhas de financiamento específicas para a adesão às energias renováveis? Alguns exemplos de instituições são o Santander e a Sol Agora, que como a Aldo, faz parte do portfólio da Brookfield.

Aldo é a distribuidora preferida pelos integradores

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