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Energia elétrica no Brasil: a segunda mais cara do mundo

por Alessandra Neris
Tempo de leitura: 4 Minutos

Um levantamento feito pela Associação dos Grandes Consumidores Industriais de Energia (ABRACE) mostrou que a energia no Brasil é a segunda mais cara do mundo. Esse resultado é relativo à renda per capita e, entre os 33 países pesquisados, fica atrás apenas da Colômbia.

Aumento das bandeiras amarela e vermelha 1

Assim, a energia elétrica no Brasil é a segunda mais cara do mundo e a diretoria da ANEEL sugeriu aumentos que extrapolam em 50% os valores das bandeiras tarifárias amarela e vermelha 1. Dessa forma, segundo a proposta recentemente apresentada, o valor da bandeira amarela aumentaria 56%. Com isso, de R$ 1,874 a cada 100 kWh, passaria para R$ 2,927.

Já, a bandeira vermelha 1, passaria de R$ 3,971 para R$ 6,237, com um aumento de 57%. Assim, o estágio mais caro da bandeira, ou seja, a vermelha 2, reduziria de 1,70%. Com isso, de R$ 9,492 a cada 100 kWh para R$ 9,330, podendo valer para 2022 e 2023. No entanto, essa proposta ainda pode ser alterada durante consulta pública, que estará disponível entre 14 de abril e 4 de maio de 2022. São números que tornam a conta de luz do brasileiro a segunda mais cara do mundo.

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Brasileiros pagam R$ 12 bilhões em tributos por mês

Esses dados vão ao encontro de números apurados em um levantamento realizado pela Abrace. E, assim, demonstram que os brasileiros arcam com cerca de R$ 12 bilhões por mês só de subsídios e tributos na conta de energia. Então, durante os últimos quatro anos, tivemos uma alta de 47% no valor desses encargos e taxas. Por isso, hoje, a energia no Brasil é a segunda mais cara do mundo.

Sobre a bandeira verde

De acordo com a proposta recente, a bandeira verde permanece sem custo para o consumidor. Dessa forma, servirá para apontar condições favoráveis à geração de energia.

A cobrança da bandeira de escassez hídrica estava em vigor desde o mês de setembro de 2021, por causa do nível crítico dos reservatórios de água. Assim, a discussão sobre a adição e a mudança nas tarifas aconteceu depois do anúncio do término da cobrança dessa tarifa. Mesmo assim, fato é que a energia elétrica no Brasil é a segunda mais cara do mundo.

Projeções futuras

É importante esclarecer que o Operador Nacional do Sistema prevê que teremos bandeira verde até o fim deste ano. Portanto, os patamares informados acima, estão sob consulta pública e devem ser aplicados apenas em caso de termos bandeira amarela e vermelha.

Entretanto, Luiz Carlos Ciocchi, diretor-geral da NOS, declarou que não há mais necessidade de bancar os custos de produção de energia por termelétrica por meio de bandeiras. Isso se deve à melhora nos índices de chuva que tivemos recentemente.

Neste cenário, então, há uma expectativa de que passemos o ano todo desfrutando da bandeira verde. Há uma tendência de que tenhamos um ano tranquilo, sem turbulências para o bolso do brasileiro. Mesmo assim, a conta de luz do Brasil continua sendo a segunda mais cara do mundo.

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Solução para mitigar os gastos em energia

Diante do fato de que a conta de luz do brasileiro é a segunda mais cara do mundo, entendemos que a melhor solução está nas matrizes limpas e renováveis. Já percebemos, da pior forma, que há taxa adicional cobrada nas contas do brasileiro quando a geração de energia elétrica fica mais cara. Assim, a energia solar no Brasil é a segunda mais cara do mundo. 

Isso acontece especialmente quando há falta de chuvas, o que torna necessário acionar as usinas térmicas. Mas, com as chuvas abundantes nos últimos meses, o governo antecipou o fim do patamar mais alto, previsto para 30 de abril. E, assim, acionou a bandeira verde, a partir de 16 de abril, sem custo adicional.

A segunda mais cara do mundo: mudar a matriz é fundamental

Além da conta de luz do brasileiro ser a segunda mais cara do mundo, enfrentamos os sucessivos reajustes e aumentos com tributos e subsídios. Tudo isso, demonstra, claramente, que precisamos adotar uma matriz de geração menos dependente da geração hídrica.

E, há um imenso potencial a ser desbravado quando o assunto é energia limpa, como a solar, uma alternativa muito mais econômica para o bolso. Além disso, é infinitamente mais sustentável para o meio ambiente.

> Leia mais: Em 2022 o Brasil deve receber R$ 51 bilhões em investimentos para o setor solar

Energia solar no Brasil: a segunda mais cara do mundo

Em termos de custo, a nossa energia é a segunda mais cara do mundo. Entretanto, a energia solar está em pleno crescimento no país, segundo a ABSOLAR. Sendo assim, já ultrapassamos a marca de 10 GW de potência operacional em geração distribuída.

E, para entender a dimensão desse número, a Itaipu, que é uma das maiores hidrelétricas do mundo, tem uma capacidade instalada de 14 GW. As grandes usinas solares, portanto, são a sexta maior fonte de geração de energia do Brasil. Dessa forma, sua capacidade de geração é até dez vezes mais barata que as fontes tradicionais, levando-se em conta os aumentos tarifários constantes.

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A energia positiva que vem do sol

Energia positiva é saber que embora a energia elétrica no Brasil seja a segunda mais cara do mundo, podemos mudar esse cenário!  Isso demonstrando que os brasileiros estão cada vez mais preocupados com o bolso e com o planeta!

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