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Privatização da Eletrobras deve impulsionar o mercado fotovoltaico brasileiro

por Alessandra Neris
Tempo de leitura: 4 Minutos

Com a mudança climática em curso, secas cada vez mais longas e a ameaça constante de apagões, muita coisa precisa mudar em nossa matriz energética. Sabemos que durante o governo FHC, o começo da privatização da Eletrobras trouxe desafios para os consumidores. Mas, agora, as mudanças necessárias podem ser diferentes e devem impulsionar o mercado fotovoltaico.

Privatização da Eletrobras e crescimento da energia solar

Hoje, já dispomos de diversas outras fontes de energia renovável, que têm crescido rapidamente no país. E a energia solar é a mais promissora de todas, gerando uma economia positiva no bolso do consumidor, anualmente.

Com a aquisição de equipamentos de energia solar cada vez mais facilitada, seu destaque só aumenta, atraindo mais e mais consumidores. E, agora, a possível privatização da Eletrobras acelera as chances de aumentar ainda mais a conta de luz dos consumidores em torno de 14%. Esse fato tende a colocar a fonte solar como uma nova e vantajosa opção para todos.

Antigos problemas e energia solar como solução

Conforme já mencionamos, no início do processo de privatização, durante o governo FHC, já sentimos alguns efeitos nefastos, como os apagões. No entanto, agora estamos em um cenário mais animador, já que podemos contar com outras fontes energéticas, como a energia solar. Então, a partir da instalação dos equipamentos fotovoltaicos nos telhados das casas, para a geração distribuída, a economia passa a ser uma realidade muito palpável.

Estimativa média de gastos em uma residência

Leonardo Soares é Secretário Estadual de Desenvolvimento Econômico, Energia e Relações Internacionais. Segundo uma declaração sua, o Instituto Pereira Passos estimou que, no Rio de Janeiro o consumo de uma residência fica, em média, cerca de 165 Kilowatts.

Para viabilizar a instalação de um sistema fotovoltaico, o consumidor deverá investir um valor único. Além disso, considera-se o consumo médio no Rio de Janeiro e a economia considerável por ano. Sendo assim, em aproximadamente cinco anos e meio, o adepto da energia solar já consegue cobrir todo o valor investido. Depois, está apto a manter essa economia por muitos anos, mesmo após o término do investimento inicial.

O debate em torno da adoção de energia distribuída

De acordo com dados da ABSOLAR, o setor de fotovoltaico só poderá ganhar força com alguns ajustes fiscais. Então, será necessário adequar a legislação do Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestação de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação.

Convém ressaltar, ainda, que por intermédio da Lei 8,922/2020, o Rio de Janeiro foi capaz de equiparar suas condições às de minas Gerais. Isso em relação à isenção de ICMS. No entanto, ainda será necessário esclarecer alguns pontos. Com isso, busca-se uma isenção do ICMS para até 5 megas. Além disso, busca-se o ajuste do texto às modalidades de geração distribuída e a adequação desse benefício aos componentes da tarifa de energia.

Sobre a privatização da Eletrobras

O Governo entregou uma proposta ao Congresso Nacional recomendando que a Eletrobras venda novas ações ordinárias na Bolsa de Valores. A proposta prevê, também, o direito da União a uma ação especial, conhecida como Golden Share.

Assim, a Medida Provisória de privatização da Eletrobras também determina outras questões. Entre elas, a empresa deve investir cerca de R$ 3,5 bilhões, em dez anos, para revitalizar a bacia do rio São Francisco. Também, deve destinar mais de meio milhão para a redução de cursos de geração energética na Amazônia e para as bacias dos reservatórios da Usina de Furnas.

O mercado de energia solar está mais competitivo

mercado fotovoltaico no Brasil se tornou competitivo em pouco tempo. Segundo dados divulgados pela Agência Internacional de Energias Renováveis (IRENA), nos últimos dez anos o custo dos painéis solares despencou.

Passamos de três dólares por watt em 2009, para 0,3 dólares por watt em 2019, ou seja, houve uma redução de 90%. E mais, nesse período, a prática mostrou que a cada duplicação da capacidade instalada no mundo, há queda de mais de 20% nos custos. Isso acontece graças às economias de escalas e as melhorias de desempenho e medidas de eficiência energética.

Influência do clima e dos gases tóxicos

Vale esclarecer que, ao longo dos últimos 50 anos, a temperatura média global aumentou no ritmo mais alto da história e essa tendência está acelerando. Além disso, o aumento nos níveis de gases do efeito estufa, como dióxido de carbono, contribuem para o aquecimento global, que emitimos num ritmo sem precedentes.

Então, as evidências das mudanças climáticas são reais. Aumentamos a temperatura da Terra, permitimos o aquecimento e o acréscimo no nível de água dos oceanos, o derretimento das geleiras e a diminuição das coberturas de neve.

Temos, também, a ocorrência frequente de eventos climáticos extremos e acidificação dos mares, que passaram a absorver bilhões de toneladas de dióxido de carbono. Esses são todos fenômenos reais comprovados, evidenciados e observados cientificamente.

É tempo de transformar

As transformações, tanto a nível de consciência quanto a nível prático já estão em curso há algum tempo. É por isso que hoje já podemos contar com recursos eficazes e acessíveis para combater as agressões ao meio ambiente.

No entanto, precisamos ser mais assertivos e rápidos se quisermos evitar catástrofes de dimensões incalculáveis. A energia solar é o caminho mais acessível e a alternativa ideal para a sustentabilidade e, também, para mitigar possíveis prejuízos com a privatização da Eletrobrás.

A força que vem do sol

Por fim, conheça mais sobre energia solar e comece agora mesmo a traçar o seu plano de ação para aderir a essa fonte renovável. Por isso, acesse o site da Aldo Solar e confira os produtos.

Caso prefira, entre em contato com nossa equipe de vendas. Se for consumidor final, acesse a CALCULADORA ALDO SOLAR, faça uma simulação do produto e agende uma visita técnica que um revendedor da Aldo irá atendê-lo.

> Leia também: Como se tornar uma revenda Aldo Solar!

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