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Energia solar impulsiona a competitividade no Agronegócio

por Alessandra Neris
Energia solar impulsiona competitividade no Agronegócio

Podemos afirmar que, hoje, a energia solar é a chave para reduzir custos de qualquer modalidade de produção agrícola. Ou seja, a energia solar é a saída mais inovadora que impulsiona a competitividade no agronegócio. As operações nos laticínios, na avicultura, nos pomares, nos vinhedos e em outras especialidades, nesse setor, envolvem práticas intensivas de energia. Por isso, a energia solar só tem a agregar como solução prática para diminuir as despesas com energia nessas atividades.

As soluções fotovoltaicas podem direcionar a energia solar para o bombeamento de água nas irrigações de plantações, por exemplo. Podem, também, alimentar equipamentos e máquinas agrícolas, além de fornecer calor, luz e ventilação às edificações de fazendas e de rebanhos. O potencial dessa fonte de energia é indiscutivelmente benéfico para toda a sociedade, especialmente, para impulsionar a competitividade no agronegócio.

Energia solar cresce no Brasil

Segundo dados da ABSOLAR, no Brasil, a capacidade instalada de sistemas fotovoltaicos de geração distribuída está crescendo mês a mês. Isso é um reflexo das características que fazem essa fonte de energia tão atraente. Um dos motivos para a adesão crescente é o alto preço das tarifas de energia, que é um fator econômico relevante para que isso aconteça. No entanto, o apelo da sustentabilidade é, sem sombra de dúvida, uma razão fundamental para a adesão da população à geração de energia solar distribuída.

Para se ter uma ideia, Minas Gerais mantém incentivos com ICMS, especialmente nas modalidades de geração compartilhada. Isso permite que pessoas sem geração de energia solar própria possam acessar essa fonte. O estado lidera o ranking de geração distribuída do Brasil que, de janeiro a agosto de 2020, atingiu 292 MW. Trata-se, portanto, de uma alta de 40% em relação aos 135 MW do mesmo período, em 2019. No entanto, São Paulo e Rio Grande do Sul não têm esses mesmos benefícios relativos a compartilhamento, mas, conseguiram alcançar uma capacidade instalada relevante.

O Rio Grande do Sul está em segundo lugar no ranking de geração distribuída e alcançou 177 MW. Isso significa que o estado atingiu um crescimento de 70% relativos aos 103 MW dos primeiros oito meses de 2019. Contudo, o posicionamento do Rio Grande do Sul sinaliza a preocupação da população com o acesso a uma fonte de energia limpa, especialmente no agronegócio. Essa fonte sustentável pode permitir o uso de seus recursos de forma inteligente. Contribui, ainda, com o meio ambiente, favorecendo a geração de emprego, a arrecadação de impostos em toda a economia local. Com a expectativa de diminuição dos efeitos da pandemia, espera-se que esses benefícios se destaquem ainda mais.

São Paulo se destaca como o maior estado brasileiro em termos de economia e consumo de energia, por isso, tem uma posição de destaque. Segundo um levantamento feito com dados da Aneel, a potência instalada de energia solar em São Paulo cresceu, expressivamente, de janeiro a agosto de 2020. Nos primeiros oito meses deste ano, a energia solar no estado atingiu 196 MW de potência. Então, sua alta foi de 140% em relação ao mesmo período de 2019, que foi de 82MW.

Assim, conforme levantamento feito pela Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica, São Paulo ocupa o terceiro lugar no ranking de geração solar distribuída no Brasil. Isso representa 12,8% de toda a potência instalada no país.

Energia Solar impulsiona a competitividade no agronegócio

Do ponto de vista estratégico, energético e econômico, a aplicação da energia solar nos sistemas de irrigação é um fator que impulsiona competitividade no agronegócio e já é uma alternativa amplamente desenvolvida por diversos países do mundo, como China, Israel e Alemanha.

Enquanto isso, o Brasil está apenas começando, no entanto, avança rapidamente, a despeito das opiniões contrárias. Estamos falando dos grupos que não têm interesse em apoiar a implementação de uma fonte de energia independente. São as concessionárias, que enxergam essa possibilidade como concorrência. Só isso justifica a hesitação em relação aos incentivos fiscais/tributários para promover investimentos que estimulem o crescimento rápido da energia fotovoltaica e outras fontes complementares.

Nesse contexto, a energia solar fotovoltaica tende a colaborar com uma revolução no sistema de irrigação agrícola no Brasil. Os problemas existentes nesse setor, hoje, são difíceis de se contornar. Isso porque a energia elétrica consumida, em grande parte do interior do país, é instável, cara e muitas vezes inexistente, dificultando o trabalho e o desenvolvimento dos agricultores. Os equipamentos fotovoltaicos geram uma energia mais barata, limpa, sustentável e silenciosa e tais características pode revolucionar todo o funcionamento do setor agrícola, que é fundamental para a economia do país.

Sistemas fotovoltaicos para irrigação

A ideia de usar geradores de energia solar em sistemas de irrigação promove sustentabilidade e redução de custos que pode chegar até 90% se compararmos aos sistemas de automação e irrigação convencionais. Isso ocorre porque o produtor passa a gerar sua própria energia através da fonte inesgotável do sol.

É cada vez mais comum no agronegócio o uso de pivôs centrais para irrigação de grandes áreas. Embora, essas soluções gerem grandes benefícios na produção e no cultivo agrícola, ainda, há muitas barreiras devido ao auto investimento de implantação, principalmente, pela escassez de rede elétrica e pelos altos custos das dos sistemas alternativos de geração de energia a combustão.

A irrigação por Pivô permite aplicar, de maneira precisa, a quantidade necessária de água e fertilizantes em cada cultura, reduzindo os custos operacionais e de mão de obra, propiciando ao produtor resultados excelentes.

Assim, para atender essa demanda e as necessidades crescentes dos produtores rurais nas aplicações de irrigação através de pivôs centrais, a Aldo Solar disponibiliza para o mercado brasileiro os geradores de energia OFF GRID com drives para acionamento dos motores de tração e de bombeamento de água para esses sistemas.

Motobomba impulsiona competitividade no Agronegócio

Os Geradores de Energia Aldo Solar OFF GRID para Motobombaconstituem a solução ideal para esses sistemas de irrigação, já que os drives são dimensionados para acionarem os motores já existem no sistema durante o dia com a incidência de luz solar. Nos espaços onde ocorrem as irrigações, normalmente, há lugar suficiente para a montagem de usinas solares no solo dimensionadas para alimentar os pivôs de irrigação.

Esses sistemas foram desenvolvidos para acionamento de bombas centrífugas e submersas trifásicas AC através dos Drives CFW500, transformando a energia solar proveniente dos módulos fotovoltaicos em energia hidráulica, oferecendo excelente rendimento e maximizando o funcionamento de bombas a indução. Dispõe ainda de controle automático de partida e parada da bomba, de acordo com a energia fotovoltaica disponível, além de controle de pressão.

Vale dizer, também, que em Mato Grosso, muitos agricultores utilizam as motobombas movidas a energia solar para levar água até os bebedouros dos animais. Isso acontece tanto nas pequenas como nas grandes fazendas de criação de gado.

Podemos concluir ressaltando a importância de utilizar amplamente a energia solar fotovoltaica em qualquer empreendimento. Os novos tempos, com os desafios repentinos que têm surpreendido a todos, requerem mudanças revolucionárias na forma de consumir energia. E, os sistemas OFF GRID são grandes aliados para o agronegócio e, consequentemente, para toda a economia do país.

Conheça o portfólio da ALDO Solar para os sistemas OFF GRID e leia mais  sobre  como a geração de energia solar OFF GRID leva desenvolvimento a áreas isoladas e economia a meios urbanos.

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