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Em 2031 o Brasil terá mais de 34 GW de GD

por Alessandra Neris
Publicado Última atualização em

Os esforços mundiais na busca por soluções mais ágeis em termos de geração de energia limpa e renovável se torna cada dia mais importante. A crise energética tem tomado proporções mais graves todos os anos e saídas urgentes são bem-vindas. Por isso, a geração distribuída é o melhor caminho para a transição da matriz energética e estamos indo de sol a sol nessa empreitada. Assim, as perspectivas indicam que em 2031 o Brasil terá mais de 34 GW de GD.

No dia 07/04, o Ministério de Minas e Energia (MME) lançou, oficialmente, o Plano Decenal de Expansão de Energia (PDE). Seu principal objetivo é apontar os planos e as perspectivas para o setor de energia brasileiro, para os próximos dez anos. A expectativa é que até 2031 o Brasil terá mais de 34 GW de GD.

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Estimativa otimista: Brasil terá mais de 34 GW de GD

O documento conta com mais de 400 páginas. Assim, o principal ponto estima que o segmento de micro e minigeração distribuída chegará à marca de 34 GW de potência instalada no Brasil em 2031. Isso beneficiará mais de quatro milhões de unidades consumidoras que geram sua própria energia.

Brasil terá mais de 34 GW de GD

O estudo foi elaborado pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE), com suporte e supervisão do MME. Em seu conteúdo, destacou que a energia solar se manterá como a principal fonte no segmento. Assim, responderá por cerca de 93% de toda a expansão entre as renováveis. Dessa forma, o Brasil terá mais de 34 GW de GD dos 37 GW previstos para a modalidade toda.

Módulos bifaciais: tendência crescente

Para os próximos dez anos, quando o Brasil terá mais de 34 GW de GD, as simulações consideraram, ainda, que o avanço do uso de módulos bifaciais nos projetos será uma tendência cada vez maior. Comparando-se com o PDE 2030, a fonte solar fotovoltaica demonstrou um tempo de vida útil entre 20 e 25 anos. Isso, se levarmos em consideração as informações de projetos representativos desse tipo de tecnologia.

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Brasil terá mais de 34 GW de GD: aumento de 20%

O PDE 2031 apresentou essa nova projeção para a GD, representando um aumento em torno de 20% em relação ao PDE 2030. Então, nesse contexto, o segmento, juntamente com a autoprodução, representará 17% da matriz elétrica do país, prevista para 275 GW ao final de dez anos.

A micro e a minigeração distribuída também foi indicada pela EPE como uma contribuinte em aproximadamente 7% da carga nacional. Foi analisado pelo documento, ainda, a competitividade de baterias atrás do medidor, indicando que esse equipamento tem um custo elevado no Brasil. E isso pode dificultar a sua entrada até o final de 2031.

Possível alteração das projeções

A EPE, contudo, salientou que se houver uma queda de custos além da previsão, pode ocorrer uma alteração das projeções para essa tecnologia. E, assim, pode ocorrer sua inserção por outros motivos que não os econômicos, por exemplo, para substituir a geração a diesel em estabelecimentos comerciais.

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Petróleo e hidrogênio

Para que o Brasil terá mais de 34 GW de GD, precisamos levar em conta o cenário de crescimento econômico estimado em 2,9% ao ano, segundo a projeção do PDE 2031. Sendo assim, será necessário investir com mais de R$ 3,2 trilhões dentro dos próximos dez anos. Desse montante, R$ 2,7 trilhões são relativos a petróleo, biocombustíveis e gás natural. E, perto de R$ 530 bilhões devem ser destinados à geração e transmissão de energia elétrica.

O novo PDE trouxe algo inédito, que vale muito pontuar a respeito do hidrogênio. Pela primeira vez, em escala mundial, essa fonte é considerada de grande potencial para descarbonizar a matriz energética.

Possibilidade de hibridização

Sobre as fontes solar fotovoltaica e eólica, outro aspecto interessante e relevante é a possibilidade de haver uma hibridização. Isso significa fazer uma conexão conjunta de usinas eólicas e fotovoltaicas, o que foi discutido, pela primeira vez, no PDE 2027. Além disso, vale destacar mais uma vez que o o Brasil terá mais de 34 GW de GD.

Destacamos que a recente regulamentação de usinas associadas e híbridas, feita pela Resolução Normativa ANEEL nº 954/2021, ressalta a importância desse tema. Para efeito de modelagem, tais fontes são consideradas individualmente nos estudos do Plano. Mas, isso não altera o desenvolvimento dos projetos híbridos. Sendo assim, eles poderão compartilhar de maneira contratual e física a infraestrutura de conexão e uso do sistema de transmissão.

A energia positiva que vem do sol

Energia positiva é saber que o país está preparado para a transição energética. E que até 2031 o Brasil terá mais de 34 GW de GD, demonstrando que os consumidores estão preocupados com o bolso e com o planeta!

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Brasil terá mais de 34 GW de GD

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