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Energia solar pode reduzir a conta de luz em 5,6% até 2031

por Alessandra Neris
Publicado Última atualização em
Tempo de leitura: 4 Minutos

Para a próxima década, estudos indicam que o aumento da produção de energia solar em fachadas, telhados e pequenos terrenos pode resultar em grandes investimentos. Assim, a previsão é de mais de R$ 86,2 bilhões sejam destinados para o setor elétrico. E, ainda, segundo a pesquisa, a consequência disso é que a energia solar pode reduzir a conta de luz em 5,6% até 2031.

Isso também é válido para quem não tem um sistema solar próprio. Tal levantamento foi encomendado pela ABSOLAR e realizado pela consultoria Volt Robotics.

> Leia mais: Governo reconhece protagonismo da geração distribuída

Até 2031 teremos um salto na geração solar

O Ministério de Minas e Energia (MME) e a Empresa de Pesquisa Energética (EPE) produziram o Plano Decenal de Expansão de Energia 2031 (PDE 2031). Tal documento aponta que a geração solar distribuída saltará dos atuais 11 GW de potência instalada para cerca de 37,2 GW até 2031. Assim, a energia solar pode reduzir a conta de luz em 5,6%.

Dessa forma, a ABSOLAR, avalia que esse aumento traga uma redução de R$ 34 bilhões nos custos da energia elétrica no Brasil, repassados à população. Além disso, é previsto pela Associação que o acionamento da bandeira vermelha nas contas de energia deve ter uma diminuição de cerca de 60% em sua frequência, até 2031.

Marco de 1 milhão de sistemas instalados

No mês de maio deste ano, chegamos ao marco de 1 milhão de sistemas de GD instalados em pequenos terrenos e telhados. Segundo Bárbara Rubim, vice-presidente da ABSOLAR, o crescimento da energia solar já colaborou com o país durante a crise hídrica enfrentada em 2021. Até 2031, a energia solar pode reduzir a conta de luz em 5,6%.

Energia solar pode reduzir a conta de luz e reduzir gastos

Toda vez que um consumidor pode gerar sua própria energia, ele poupa o reservatório das hidrelétricas. Isso contribui com o uso de menos usinas termelétricas. A consequência é economia. Basta pensar que durante a crise hídrica dos dois últimos anos nos custou R$ bilhões.

Se não tivéssemos começado a gerar energia solar, a crise teria custado R$ 41, 6 bilhões. Isso significa que o custo da seca teria sido 48% mais alto, já que as termelétricas seriam muito mais requisitadas. E agora, a expectativa é de que até 2031 a energia solar pode reduzir a conta de luz em 5,6%.

> Leia mais: Em um ano a Geração Distribuída cresceu mais de 70%

Energia solar pode reduzir a conta de luz e a amanizar a crise

A inflação atinge o mundo todo e em muitos países, a energia elétrica das termelétricas e os combustíveis constituem os principais vilões da alta dos preços. Nesse sentido, usar energia solar, além de sustentável, ajuda a economizar e pode reduzir a crise econômica. Mas, no fim das contas, é cada vez mais comum vermos novos adeptos motivados pelos benefícios que essa fonte limpa traz para todos.

Evolução no mercado de trabalho

O setor solar tem expandido também no mercado de trabalho. E, de acordo com a vice-presidente da ABSOLAR, desde 2012 já são mais de 500 mil empregos novos. A maioria, 325 mil, surgiu da geração de energia própria. E, até o final deste ano, há uma projeção de que tenhamos 747 mil empregos gerados por causa da energia solar.

A geração dos empregos envolve toda a cadeia produtiva do setor solar. E isso acontece desde a logística, passando pela compra e venda de equipamentos, sua produção, instalação e operação e manutenção das usinas solares. E se a energia solar pode reduzir a conta de luz em 5,6% até 2031, essas perspectivas devem melhorar ainda mais.

Benefício ambiental

A ABSOLAR aponta um benefício ambiental em seu levantamento. Então, segundo a pesquisa, nos cenários médios, o aumento da geração trará uma redução de 67 milhões de toneladas de emissão de gases de efeito estufa.

Assim , a redução da emissão de CO2 na atmosfera, aumentaria ainda mais caso houvesse nova crise hídrica, acionando-se mais termelétricas. Nessa situação, essa redução de CO2 no ar seria de 121 milhões de toneladas, de acordo com a entidade. Hoje, a redução é estimada em 23,6 milhões de toneladas de CO2 emitidas. Além disso, até 2031, a energia solar pode reduzir a conta de luz em 5,6%.

Estados com maior potência instalada

No ranking de Estados brasileiros com maior potência instalada de GD temos Minas Gerais em primeiro lugar, com 16,7%. Na sequência, vem São Paulo (13,2%), Rio Grande do Sul (11,6%), Mato Grosso (6,6%) e Paraná (4,8%).

Quanto aos municípios, as maiores potências instaladas de GD estão em Cuiabá (MT), Teresina (PI), Brasília (DF), Rio de Janeiro (RJ) e Fortaleza (CE). Assim, de acordo com dados da ANEEL e da ABSOLAR, a potência total equivale a 7,8% da matriz brasileira.

Maiores áreas disponíveis

De acordo com Diego Malagueta, professor de planejamento energético da UFRJ, a região Nordeste dispõe de mais áreas disponíveis para a instalação de usinas fotovoltaicas. Entretanto, a maior concentração de instalações está em locais com maior qualidade de vida e uma população com renda mais alta.

> Leia mais: Entenda os benefícios da Geração Distribuída solar no Brasil

Energia positiva é a que vem do sol

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